segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Encontro Regional - Rede Oblata

De 11 a 14 de setembro, acontecerá o Encontro Regional da Rede Oblata Brasil.

Os projetos de missão que atuam nos estados da Bahia, São Paulo e Minas Gerais se reunirão para debater e refletir sobre os direitos das mulheres que exercem a prostituição. Serão dias de formação e partilha de experiências.


acompanhe a Rede Oblata pelo facebook: 


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

No 7 de Setembro, Dia de Luta!

Neste dia, todas(o) somos convidadas(os) a nos posicionar contra as Reformas e Retiradas de Direitos que o Governo ilegitimo de Michel Temer vem fazendo e que prejudica em massa o povo trabalhador de nosso País. 
Vamos reivindicar a anulação da Reforma Trabalhista, combater a privatização da Eletrobras e da Petrobrás, defender a nossa Amazônia, Defender os direitos das Mulheres,  negros e indígenas e gritar: Fora Temer! 

“A sociedade brasileira está cada vez mais perplexa, diante da profunda crise ética que tem levado a decisões políticas e econômicas que, tomadas sem a participação da sociedade, implicam em perda de direitos, agravam situações de exclusão e penalizam o povo brasileiro pobre. (…) Encorajamos, mais uma vez, as pessoas de boa vontade, particularmente em nossas comunidades, a se mobilizarem pacificamente na defesa da dignidade e dos direitos do povo brasileiro”, declarou a CNBB em mensagem oficial divulgada no último dia 1 de setembro.

Não podemos nos Esquecer, que dentro de todo este contexto de exclusão e exploração, as mulheres pobres e negras são as mais vulneráveis. Segundo o site Brasil de Fato: 

"Reflexo do passado escravocrata e do racismo estrutural, a pesquisadora revelou que a taxa de desemprego delas é bem maior do que a do restante da população. No caso das mulheres pretas, é de 14%, o dobro da taxa de desempregados entre os homens brancos, de 6,9%. A de mulheres pardas, com a segunda taxa mais baixa, é de 13%, mais alta do que as desempregadas entre as mulheres brancas, 9,7%".   


Neste dia 7 de setembro, relembramos o grito de Independência do Brasil das coroas portuguesas em 1822, mas temos que continuar nos questionando se realmente conquistamos esta "independência". 

Hoje em dia temos que continuar gritando pela independência contra o sistema patriarcal e machista e contra as desigualdades geradas pelo sistema Capitalista que legitima as privatizações, Exploração trabalhista, Feminicídio, racismo, homofobia, intolerância Religiosa, preconceitos, entre tantos outros.

Nosso Grito de Independência hoje tem que ser: Chega de desigualdade Social!


Fontes: 


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Seminário em comemoração ao 10 anos do Projeto Antonia

No ultimo dia 23 aconteceu o Seminário realizado pelo Projeto Antonia com tema: Prostituição e Garantia de Direitos

O Seminário foi para marcar os 10 anos de presença do Projeto Antonia na realidade de Santo Amaro São Paulo. 

 Para a mesa de Abertura, estiveram presentes Ir. Analita Albani (Presidente do Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor – Brasil, Uruguai, Argentina e Angola) e o Sr. Jander Pereira (Coordenador da Associação Comercial de São Paulo – Distrital Sul). 

Em seguida Ir. Lúcia Alves da Cunha: mestra em Ciências da Religião pela PUC/SP e Especialista também em Ciências da religião pela PUC/MINAS, proferiu acerca da “Prostituição em Santo Amaro”, seguida pela professora e mestra Fernanda Picinin Moreira – assistente social do Projeto Antonia que discorreu sobre: "A Violência na Prostituição: “Um recorte da realidade de Santo Amaro”, após a apresentação da Fernanda, o professor Vitor Lopes Costa Mestre em Sociologia - PPGS-UFMG; Doutorando em Sociologia - PPGS-UFMG e professor do Colégio Magnum Agostiniano - BH-MG: discorreu sobre o tema: “Garota de Programa ou Namoradinha: Afetos, prazer e relacionamentos na prostituição”. Em seguida abriu-se espaço para os palestrantes esclarecerem as dúvidas dos participantes.

Após o almoço a Ong Conviver é Viver apresentou a coreografia “A Teia” em alusão ao difícil processo de superação e libertação da mulher no contexto de prostituição.

A programação teve continuidade com a apresentação da Dra. Fabiana Rodrigues de Sousa - docente do curso de Mestrado em Educação (UNISAL). A pedagoga possui mestrado, doutorado e pós-doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Ela discorreu sobre “Processos Educativos na Prática da Prostituição: desvelando a prostituta como sujeito de direitos.

Após a apresentação da Dra. Fabiana, a Ir. Lúcia Alves convidou a última palestrante da tarde, Isabel Brandão: psicóloga do Projeto Diálogos pela Liberdade BH/MG, que discorreu sobre a “Experiencia no acompanhamento do grupo de profissionais do sexo na luta por direitos”. 
houve um momento para esclarecimento de perguntas.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Ato - Mulheres Contra os Desmontes da Previdência


"Basta uma crise política, econômica e religiosa
para que os direitos das mulheres sejam questionados"
 (Simone de Beauvoir)



O Projeto Antonia em unidade com os demais equipamentos e serviços, no dia 10 de agosto, participou do ato contra os desmontes das políticas de atendimento as mulheres na cidade, em especial as destinadas ao enfrentamento e atendimento as mulheres vítimas de violência.












 

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Prostituição é crime?

No Brasil, a prostituição, por si só, não é crime. Trata-se de atividade lícita, permitida pelo princípio da legalidade. No entanto, não é uma atividade regulamentada.

Muitas pessoas pensam que a prostituição é crime. Isso ocorre em função de sua comum associação a outras práticas que, estas sim, são criminosas. Ao passo que prostituição não é crime, a exploração sexual e sua facilitação por dinheiro, por exemplo, são.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

O que é “violência baseada no gênero"?


        A Lei Maria da Penha estabelece os estreitos âmbitos de sua aplicação: violência contra a mulher baseada no gênero, perpetuada no contexto doméstico, familiar ou de uma relação íntima de afeto. Não é qualquer violência contra a mulher, portanto, que enseja a aplicação da Lei Maria da Penha

Concluir que a violência é, nos termos do art. 5º da Lei Maria da Penha, baseada no gênero significa fazer incidir os dispositivos da referida lei, com suas relevantes consequências penais e processuais penais, dentre outras. Portanto, assunto de suma importância, e que merece uma especial atenção da comunidade jurídica.



quinta-feira, 6 de julho de 2017

Questões de Gênero - Ser Homem... Ser Mulher



O que é ser homem e o que é ser mulher?

Para tentar responder essa questão, talvez seja necessário considerar que não existe, quando falamos em identidades, uma forma de ser que seja correta ou definitiva. As pessoas estão em constante transformação, variando seus interesses e desejos, reorganizando seus projetos, alterando práticas cotidianas e a forma como se percebem e como veem os outros. As identidades coletivas (de grupos, sociedades) e individuais vão sofrendo a influência das experiências de vida, modelos, regras e discursos que nos atravessam, produzindo novos significados e sentidos para as várias dimensões das nossas vidas – profissional, familiar, amorosa, etc.