sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

DIA MUNDIAL DA JUSTIÇA SOCIAL

 Oitenta por cento da população mundial carece 
de acesso à proteção social adequada. As mulheres são especialmente vulneráveis. O estabelecimento de um nível mínimo de proteção social tem um objetivo claro: ninguém deveria viver com um rendimento abaixo de um determinado nível e todas as pessoas deveriam ter acesso a serviços públicos essenciais como a água, o saneamento, a saúde e a educação. (Ban Ki-moon, 2011).


Em Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, seus membros, no dia 26 de novembro de 2007, declararam o dia 20 de fevereiro como o dia Mundial da Justiça social, se comprometeram a promover ações nessa data para:

- Aumentar os esforços para erradicação da pobreza;
- Ampliar oportunidade de emprego e garantir condições dignas de trabalho;
- Igualdade de gênero;
- Acesso ao bem-estar social;
- Justiça para todos.

                   Na realidade a necessidade de se ter um dia para chamar a atenção para a justiça social, foi na verdade a falta dela, porque o que se percebeu foi uma grande injustiça social. Partindo da desigualdade pela má distribuição de renda, da discriminação, falta de oportunidade igualitária, na deficiência de sistema em ofertar serviços públicos de qualidade para todos, tais como: saúde, educação, moradia, saneamento, cultura; e combate ao preconceito e discriminação para a aplicação da justiça. 
                   Há quem diga que a justiça é cega, fazendo uma alusão à figura da Justiça que é representada por uma balança suspensa por uma pessoa com os olhos vendados, transmitindo o equilíbrio da igualdade, que julga a todos indiscriminadamente.
                        A Justiça Social amplia a visão, para que possamos abrir os olhos e enxergar as pessoas que estão vivendo as margens do sistema, e buscar a igualdade e garantia de direitos, na luta por políticas públicas que consigam atender as necessidades daqueles que estão em situação de vulnerabilidade e risco, evidenciados pela divisão de classes.
                   Sendo assim, o dia 20 de fevereiro é para enfrentamento mundial da questão social, ligadas à pobreza, exclusão e o desemprego.



Por: Maria José Silva 

Educadora Social – Projeto Antonia


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Dia Mundial do Câncer

O Dia Mundial do Câncer, comemorado em 4 de fevereiro, une a população mundial pelo controle do câncer. A data foi instituída em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) e tem como principal objetivo fazer com que o maior número de pessoas ao redor do Planeta fale sobre a doença.
A campanha 2016-2018 pretende mostrar como todos – em grupo ou individualmente – podem fazer a sua parte para reduzir o câncer. Por isso, o tema escolhido foi: “Nós podemos. Eu posso”. Assim como o câncer afeta cada um de diferentes formas, todas as pessoas têm o poder de tomar diversas atitudes para reduzir o impacto do câncer nos indivíduos, nas famílias e nas comunidades.
No Brasil, a iniciativa é protagonizada pelo INCA, instituição parceira da UICC. 
Atualmente, 8,2 milhões de pessoas morrem por ano de câncer no mundo. Entre os homens, são esperados 295.200 novos casos, e entre as mulheres, 300.870.  O tipo de câncer mais incidente em ambos os sexos será o de pele não melanoma (175.760 casos novos a cada ano).   


Nós podemos. Eu posso!

Escolher um estilo de vida saudável
Todos podem tomar medidas para reduzir o risco de câncer ao escolher opções saudáveis, como não fumar, praticar atividades físicas, consumir alimentos e bebidas saudáveis e reduzir a exposição à radiação ultravioleta do sol.
Manter o peso adequado
Estar acima do peso aumenta as chances de desenvolver câncer. Por isso, é importante controlar o peso por meio de uma boa alimentação e manter-se ativo. Cerca de um terço de todos os casos de câncer podem ser evitados com alimentação saudável, manutenção de peso corporal adequado e atividades físicas.
Ter uma alimentação saudável
A alimentação deve ser variada, equilibrada, saborosa, respeitar a cultura e proporcionar prazer e saúde. Frutas, legumes, verduras, cereais integrais e feijões são os principais alimentos protetores. Comer esses alimentos diariamente pode evitar o desenvolvimento de câncer.
Praticar atividade física
A atividade física consiste na iniciativa de se movimentar, de acordo com a rotina de cada um. Você pode, por exemplo, caminhar, dançar, trocar o elevador pelas escadas, levar o cachorro para passear, cuidar da casa ou do jardim.
Evitar a exposição solar das 10h às 16h
Caso não seja possível não se expor ao sol, use chapéu, guarda-sol, óculos escuros, camisa de mangas longas e filtro solar durante qualquer atividade ao ar livre. Procure áreas de sombra, que podem ser desde árvores até edificações, como marquises. Áreas de sombra reduzem em até 50% a intensidade das radiações UV.
Criar ambientes saudáveis
Escolas e locais de trabalho têm papéis importantes na prevenção do câncer. Ambos podem promover uma cultura de saúde ao oferecer refeições nutritivas e tempo para lazer e atividade física. Empregadores podem oferecer espaços com sombra para evitar a exposição solar de seus funcionários.

Retirado do site:


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Dia internacional dos Direitos Humanos - Ação de Sensibilização

Na data 10 de Dezembro encerra-se oficialmente os 16 dias de ativismos que Desde sua primeira edição, em 1991, já conquistou a adesão de cerca de 160 países. 
No Brasil, a Campanha acontece desde 2003 e, para destacar a dupla discriminação vivida pelas mulheres negras, as atividades aqui começam em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

Relata Mª José Silva (Educadora Social do Projeto Antonia): é um período importante para esclarecer a sociedade e lutar pelo direito das mulheres.



O Projeto Antonia, em consonância com o seu planejamento interno de sensibilização da sociedade com relação a realidade de violência sofrida pelas mulheres, e em parceria com a Associação Empresarial de Santo Amaro, Subprefeitura, Secretaria de Políticas para as Mulheres e o Centro de Cidadania da Mulher de Santo Amaro, realizou uma ação no Calcadão de Santo Amaro - SP (uma área comercial), onde distribuiu os calendários elaborados pela Rede Oblata com mensagem fazendo referência ao fim da violência contra a mulher. 

A Equipe da Unidade Antonia destaca nesta ação a quantidade de mulheres abordadas que relataram já terem vivido ou ainda estarem vivendo situações de violência. Isto nos confirma que o número real de mulheres em situação de violência é muito maior do que temos conhecimento. 
É necessário retirar da formação de nossa sociedade a cultura da naturalização da violência contra às Mulheres que como descreve o Art 6º da Lei Maria da Penha,  se constitui como uma das formas de violação dos direitos humanos.












Por: Luiza Pralon - Projeto Antonia


Fonte:

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Dia Internacional dos Direitos Humanos.

10 de dezembro é o Dia Internacional dos Direitos Humanos. A data foi instituída em 1950, dois anos após a Organização das Nações Unidas (ONU) adotar a Declaração Universal do Direitos Humanos como marco legal regulador das relações entre governos e pessoas.

Surgiu como resposta à barbárie praticada pelo Nazismo contra judeus, comunistas e ciganos e ainda às bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos sobre Hiroshima e Nagazaki, matando milhares de inocentes.

Esta data nos recorda que sem os direitos das mulheres, os direitos não são humanos.


Prescreve o Art 6º da Lei Maria da Penha que “a violência doméstica e familiar contra a mulher constitui uma das formas de violação dos direitos humanos.”


“A violência contra as mulheres ocorre em todos os continentes e em todos os países, fazendo desta uma das mais disseminadas violações dos direitos humanos por todo o mundo. As estatísticas são desanimadoras: uma em cada três mulheres em todo o mundo sofreu violência física ou sexual, na grande maioria vítimas do próprio parceiro”,

O Projeto Antonia se une a esta luta em favor dos Direitos Humanos, 
Direitos de Todos!



terça-feira, 6 de dezembro de 2016

6 de dezembro – Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres


A Campanha Brasileira do Laço Branco tem como objetivo sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher. Suas atividades são desenvolvidas em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outras representações sociais que buscam promover a equidade de gênero, através de ações em saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos.

A Campanha surgiu a partir de um triste episódio. No dia 6 de dezembro de 1989, um rapaz de 25 anos (Marc Lepine) invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Monteral, Canadá. Ele ordenou que os homens (aproximadamente 48) se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres. Gritando: "você são todas feministas!?", ele começou a atirar enfurecidamente e assassinou 14 mulheres, à queima roupa. Em seguida, suicidou-se. O rapaz deixou uma carta na qual afirmava que havia feito aquilo porque não suportava a ideia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino.

O crime mobilizou a opinião pública de todo o país. Assim, um grupo de homens do Canadá decidiu se organizar para dizer que existem homens que cometem a violência contra a mulher, mas existem também aqueles que repudiam essa atitude. Eles elegeram o laço branco como símbolo e adotaram como lema:  jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência.


Fonte: http://institutopapai.blogspot.com.br/p/campanha-laco-branco-homens-pelo-fim-da.html

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

25 de Novembro - Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher



         
         Em 1981, na Colômbia, durante o Primeiro Encontro Feminista Latino-americano e caribenho foi instituído o Dia Latino-americano e caribenho de combate à violência contra a mulher em homenagem às irmãs Mirabal: Pátria, Minerva e Maria Tereza, ativistas políticas brutalmente assassinadas na República Dominicana em 25 de novembro de 1960.

Quando o ditador Rafael Trujillo chega ao poder na República Dominicana, as irmãs Mirabal formam um grupo de oposição ao regime e passam a ser conhecidas como “Las Mariposas” (“As borboletas”). Em 1960, são perseguidas pelo regime, apunhaladas e estranguladas. O crime acaba tendo muita repercussão e causa grande comoção no país, despertando a consciência do povo para o regime de opressão e culminando com a morte de Rafael Trujillo em 1961.


Quase 40 anos depois, em 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas declara que o dia 25 de novembro é o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher em homenagem às “Las Mariposas”.

Retirado do Site:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/politicas_para_as_mulheres/noticias/?p=184985

25 DE NOVEMBRO NO PROJETO ANTONIA

O Projeto Antonia, em sintonia com a data, realizou uma tarde lúdica abordando o tema: violência contra a mulher - Juntas e unidas podemos mudar esta realidade.

Participaram da reflexão cinco mulheres atendidas pela Unidade Antonia partilhando o que pensam sobre a realidade de violência. Diziam que percebiam que "a violência está relacionada ao machismo" e que a Lei Maria da Penha não resolveu tudo, mas pelo menos deu visibilidade para a questão. 

Ao final da atividade, todas as presentes foram convidadas para escrever no painnel sobre o que pensavam sobre a palavra: Violência. 

















segunda-feira, 21 de novembro de 2016

16 dias de Ativismo


Fonte: Internet
                  A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres é uma mobilização anual, praticada simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e poder público engajados nesse enfrentamento. Desde sua primeira edição, em 1991, já conquistou a adesão de cerca de 160 países. Mundialmente, a Campanha se inicia em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos, passando pelo 6 de dezembro, que é o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.




No Brasil, a Campanha acontece desde 2003 e, para destacar a dupla discriminação vivida pelas mulheres negras, as atividades aqui começam em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. 





Como lembra a promotora legal popular e também integrante do Geledés – Instituto da Mulher Negra, a advogada Maria Sylvia Oliveira:
"as mulheres negras são as que estão na base da pirâmide social e, por conta disso, são as maiores vítimas da violência de gênero".

No Brasil, além dos movimentos de mulheres, a Campanha dos 16 Dias de Ativismo recebe adesões institucionais, como da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, da Procuradoria da Mulher no Senado, da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, do Ministério da Justiça, do Ministério da Saúde, dos Juizados e dos Núcleos do Ministério Público e da Defensoria especializados na aplicação da Lei Maria da Penha nos Estados, entre outros. 


Retirado do Site: