quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Curiosidades

O nome do mês de janeiro, palavra que desembarcou em nossa língua no século 13, remonta ao latim Januarius mensis ou apenas Januarius, que significava “mês consagrado ao deus Jano”, uma entidade que, na mitologia romana, era responsável pelos começos, pelas passagens e pelos portais. 

Deus bifronte, isto é, de duas caras (em algumas representações, uma de homem e a outra de mulher), Jano tinha o poder de olhar ao mesmo tempo para o passado e para o futuro, para dentro e para fora – e por isso veio a nomear o primeiro mês do ano, aquele em que se dá a transição entre o velho e novo.


Feliz 2018!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Dia da Fraternidade Universal (1º de Janeiro)

Nesta data comemoramos o Dia Mundial da Paz e o Dia da Fraternidade Universal, sendo assim, um feriado internacional, adotado por quase todas as nações do planeta. 

A data nos leva a refletir e nos questionar sobre como eu construo a cultura da paz no meu entorno e avaliar se minhas ações são pautadas na discriminação, preconceito, ou na acolhida ao diferente independente de cor, sexo, orientação sexual e religião. 




Desejamos que você tenha um ano de 2017 repleto de paz.







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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Confraternização Mulheres

O Projeto Antonia, no dia 19 de dezembro, encerrou o ano numa confraternização de natal com as mulheres atendidas.

Foi um momento muito alegre e espontâneo, onde refletimos o nascimento do menino Jesus em nossos corações.

Confira as Fotos:




























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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Atividade Projeto Antonia - 21 dias de ativismo

O Projeto Antonia, em sintonia com os 21 dias de ativismo, realizou atividade interna com as mulheres atendidas.

O Bingo das mulheres teve o objetivo de refletir sobre a importância da data 25 de novembro (Dia da não violência contra a mulher).



Confira as fotos!



 























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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Divulgação de Evento - Museu da Empatia

O Intermuseus traz pela primeira vez ao Brasil o Museu da Empatia e a instalação interativa Caminhando em seus sapatos…

O Museu da Empatia é um espaço de experiências dedicado a desenvolver nossa capacidade de olhar o mundo através dos olhos de outras pessoas. Por meio de projetos participativos, situações de diálogo e conexão entre as pessoas, busca explorar como a empatia pode transformar nossas relações interpessoais, inspirar mudanças de atitude e contribuir para o enfrentamento de desafios globais como preconceito, conflitos e desigualdade.

A ideia da instalação Caminhando em seus sapatos... tira partido da expressão inglesa “to walk a mile in someone’s shoes” para propiciar a experiência de estar no lugar do outro e ver o mundo com os seus olhos, o que é a essência da empatia.

Dentro de uma caixa de sapatos gigante, o público vai encontrar uma coleção de diferentes sapatos e de histórias que abordam nossa diversidade e nosso pertencimento comum à humanidade. Ao escolher um par de sapatos, o visitante pode calçá-los e caminhar pelo espaço enquanto ouve pelo fone de ouvidos a história da pessoa à qual eles pertenceram. A instalação propicia uma experiência participativa e envolvente e convida o público a repensar as relações sociais de preconceito, conflito e desigualdade. O público poderá escolher entre 25 depoimentos de cerca de 10 minutos, todos captados e editados especialmente para a edição brasileira do projeto.

Vale a pena conferir!

Museu da Empatia – Caminhando em seus sapatos...Parque do Ibirapuera – área externa do pavilhão da Fundação Bienal de São Paulo, acesso pelo Portão 3.De 18 de novembro a 17 de dezembro de 2017.De terça a sexta, das 10h às 19h | Sábado e domingo, das 11h às 20h.Entrada grátis | Capacidade de 25 pessoas por vez (senhas distribuídas no local) 


Informações Retiradas do site Inter-museus: https://www.intermuseus.org.br/museu-da-empatia


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Reforma Trabalhista entra em vigor: o que muda?

     Os brasileiros passaram a contar, a partir de sábado 11, com uma nova legislação trabalhista. A reforma, que traz modificações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), é um dos principais e mais controversos projetos do governo Michel Temer.

O governo defende as mudanças como uma forma de flexibilizar a legislação, corrigir distorções e facilitar contratações. Já os críticos afirmam que elas vão tornar o mercado ainda mais precário e acabarão enfraquecendo a Justiça trabalhista.

No total, o projeto mexe em cem pontos da legislação, mudando as regras em questões como jornada de trabalho, férias, e planos de carreira, além de regulamentar novas modalidades de trabalho, como o home office (trabalho remoto) e o trabalho intermitente.

As novas leis trazem mudanças no papel dos sindicatos e impõem novos obstáculos ao questionamento de direitos trabalhistas na Justiça.

Veja abaixo algumas das principais mudanças:

Acordos coletivos:

Podem se sobrepor à lei, mesmo se menos benéficos, e regulamentar, por exemplo, jornadas de trabalho de até 12 horas, planos de carreira, licenças maternidade e paternidade, entre outras questões, dentro do limite de 48 horas semanais e 220 horas por mês. Anteriormente, acordos coletivos não podiam se sobrepor ao que é garantido pela CLT.

Jornada parcial:

Jornadas parciais podem ser de até 30 horas semanais, sem hora extra, ou de até 26 horas semanais com acréscimo de até seis horas extras. Até agora, eram permitidas apenas 25 horas semanais, sem hora extra.

Férias:

A partir de agora, as férias podem ser parceladas em até três vezes. Contudo, nenhum período pode ser inferior a cinco dias, e um deles precisa ter mais que 14 dias. Antes da reforma, as férias podiam ser parceladas somente em duas vezes, e nenhum período poderia ser inferior a dez dias.

Grávidas e lactantes:

Passam a poder trabalhar em locais insalubres considerados de graus "mínimos e médios", sendo afastadas somente a pedido médico. Em grau "máximo", o trabalho não será permitido. Antes de as Novas leis entrarem em vigor, grávidas e lactantes eram proibidas de trabalhar em locais insalubres, independentemente do grau.

Contribuição sindical:

Não é mais obrigatória. Será cobrada apenas de trabalhadores que autorizarem o desconto de seu salário. Anteriormente, o desconto era feito automaticamente uma vez por ano.

Autônomos:

Empresas podem contratar autônomos e, mesmo se houver relação de exclusividade e continuidade na prestação do serviço, não haverá vínculo empregatício, como ocorria antes das novas regras entrarem em vigor.

Home office:

Não haverá controle de jornada. A remuneração do trabalho realizado em casa será por tarefa. No contrato de trabalho deverão constar, além das atividades desempenhadas, regras para equipamentos e definição de responsabilidade pelas despesas. O comparecimento às dependências da empresa contratante para a realização de atividades especificas não descaracteriza o home office.

Trabalho intermitente:

Passam a ser permitidos os contratos em que o trabalho não é contínuo. A convocação do empregado deve ocorrer com três dias de antecedência. A remuneração é por hora de trabalho e não poderá ser inferior ao valor da hora aplicada no salário mínimo. Anteriormente, a CLT não previa esse tipo de vínculo. Os trabalhadores nessas condições terão direito a férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais.

Almoço:

A CLT determina um período obrigatório de uma hora de almoço. A nova regulamentação permite a negociação entre empregador e empregado. Em caso de redução do intervalo para almoço, o tempo deve ser descontado da jornada de trabalho.

Ações na Justiça:

O trabalhador que não comparecer a audiências ou perder ações na Justiça terá de pagar custos processuais e honorários da parte contrária. Caso o juiz entenda que agiu de má fé, poderá haver multa e pagamento de indenizações. No caso de ações por danos morais, a indenização por ofensas graves cometidas pelo empregador deverá ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do trabalhador. Será obrigatório ainda especificar os valores pedidos nas ações na petição inicial.


Fonte: https://www.cartacapital.com.br/economia/reforma-trabalhista-entra-em-vigor-o-que-muda