quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Encontro formativo da Rede Oblata - Brasil

O Encontro de formação da Rede Oblata - Brasil, que aconteceu de 11 a 14 de setembro, contou com a presença dos projetos de missão do Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor presentes em São Paulo, Juazeiro da Bahia, Salvador e Belo Horizonte. 
A participação, mesmo que em vídeo, dos projetos Oblata presentes em Uruguai, Argentina e Angola ajudou na reflexão com relação ao tema que estávamos desenvolvendo e ampliou nosso olhar para além de nossa realidade de Brasil.
Ir. Lucia Alves, em nome da equipe organizadora deixa o seu agradecimento às pessoas que direta ou indiretamente contribuíram para este encontro. 

"Em nome da equipe organizadora do Encontro de Formação da Rede #Oblata, agradeço a todas as pessoas que contribuíram para o sucesso do mesmo. Foram dias densos de aprofundamento do tema "Direitos das mulheres em situação de prostituição", tempo de troca de experiências e de saberes.As reflexões desses dias confirmaram que estamos em um momento muito desafiante de nossa história, onde impera o mercado, a corrupção e a intolerância. Nesse contexto, as pessoas, sobretudo as que se encontram em algum tipo de vulnerabilidade, são as mais prejudicadas. Sendo assim, acreditamos que é necessário alimentar nossas convicções de que um mundo mais humano é possível e unir forças para que isso se concretize".
 (Ir. Lúcia Alves - OSR)

Acompanhe as ações da Rede Oblata pelo Facebook











Leia Mais

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Encontro Regional - Rede Oblata

De 11 a 14 de setembro, acontecerá o Encontro Regional da Rede Oblata Brasil.

Os projetos de missão que atuam nos estados da Bahia, São Paulo e Minas Gerais se reunirão para debater e refletir sobre os direitos das mulheres que exercem a prostituição. Serão dias de formação e partilha de experiências.


acompanhe a Rede Oblata pelo facebook: 


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

No 7 de Setembro, Dia de Luta!

Neste dia, todas(o) somos convidadas(os) a nos posicionar contra as Reformas e Retiradas de Direitos que o Governo ilegitimo de Michel Temer vem fazendo e que prejudica em massa o povo trabalhador de nosso País. 
Vamos reivindicar a anulação da Reforma Trabalhista, combater a privatização da Eletrobras e da Petrobrás, defender a nossa Amazônia, Defender os direitos das Mulheres,  negros e indígenas e gritar: Fora Temer! 

“A sociedade brasileira está cada vez mais perplexa, diante da profunda crise ética que tem levado a decisões políticas e econômicas que, tomadas sem a participação da sociedade, implicam em perda de direitos, agravam situações de exclusão e penalizam o povo brasileiro pobre. (…) Encorajamos, mais uma vez, as pessoas de boa vontade, particularmente em nossas comunidades, a se mobilizarem pacificamente na defesa da dignidade e dos direitos do povo brasileiro”, declarou a CNBB em mensagem oficial divulgada no último dia 1 de setembro.

Não podemos nos Esquecer, que dentro de todo este contexto de exclusão e exploração, as mulheres pobres e negras são as mais vulneráveis. Segundo o site Brasil de Fato: 

"Reflexo do passado escravocrata e do racismo estrutural, a pesquisadora revelou que a taxa de desemprego delas é bem maior do que a do restante da população. No caso das mulheres pretas, é de 14%, o dobro da taxa de desempregados entre os homens brancos, de 6,9%. A de mulheres pardas, com a segunda taxa mais baixa, é de 13%, mais alta do que as desempregadas entre as mulheres brancas, 9,7%".   


Neste dia 7 de setembro, relembramos o grito de Independência do Brasil das coroas portuguesas em 1822, mas temos que continuar nos questionando se realmente conquistamos esta "independência". 

Hoje em dia temos que continuar gritando pela independência contra o sistema patriarcal e machista e contra as desigualdades geradas pelo sistema Capitalista que legitima as privatizações, Exploração trabalhista, Feminicídio, racismo, homofobia, intolerância Religiosa, preconceitos, entre tantos outros.

Nosso Grito de Independência hoje tem que ser: Chega de desigualdade Social!


Fontes: